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domingo, 27 de maio de 2012

Suspiravam pela presença do Senhor



 1Sm 7:2-16
Int. Vinte anos sem a arca da aliança em Israel, eles viveram sem a presença de Deus.
Passaram a suspirar por ele: Significar por meio de suspiros: 
             Ter saudades de:
             Desejar veementemente; ambicionar.
             Exprimir com tristeza; narrar com melancolia.
             Desejar ardentemente; ambicionar, almejar, anelar:
Porque o inimigo deitou e rolou em Israel neste período, nunca mais venceram uma batalha.

C.M. Hoje a mesma cena tem se repetido no mundo: São tantos os problemas na área da família que fica até difícil enumerá-los.
Ódio, homicídio, vingança, separações, violência, drogas, alcoolismo, adultério...
A lista é grande, a razão para tal acontecimento é a mesma dos tempos de Davi; falta a presença de Deus nesta casa!
Israel suspirava porque estavam sofrendo sem a presença de Deus, porque estava acontecendo problemas de toda a ordem, principalmente nas famílias.
O casamento tem sido banalizado em nossa sociedade, já não há mais comprometimento nos votos que se fazem diante das autoridades e testemunhas.

A taxa geral de divórcio atingiu em 2010 o seu maior valor desde 1984. No período, foram 1,8 divórcios para cada mil pessoas de 20 anos ou mais, segundo mostram as Estatísticas do Registro Civil 2010, mensuradas pelo IBGE
Entre os cristãos
Na média, os cristãos divorciam-se na proporção de 27% e os ateus, 21%. Para lideranças cristãs, o resultado foi tão inesperado, que, se a pesquisa não tivesse sido feita por uma entidade religiosa, eles provavelmente duvidariam de sua seriedade.
Consequências do divórcio nas crianças
As modernas leis do divórcio procuram que nenhum dos cônjuges apareça como responsável pela ruptura.
Um divórcio civilizado é um divórcio sem culpados.
O que não se pode evitar, é que haja sempre inocentes que sofrem: os filhos.
As reações das crianças
Para explicar as reacções dos filhos dos divorciados, alguns psiquiatras têm em conta tanto a sua experiência clínica como os estudos anteriormente publicados.
As crianças em idade pré-escolar são particularmente vulneráveis, uma vez que não podem entender situações complexas e ficam confusos perante o que acontece na família. Emocionalmente, a consciência desabrocha e tendem a culpar-se pela ruptura familiar (fui mau… se me tivesse portado bem, o pai não teria saído de casa”). As investigações feitas com crianças destas idades, mostram que se tornam irascíveis e muito mais dependentes dos seus pais.
Quanto às crianças já em idade escolar, têm reacções mais complexas e indirectas.
Geralmente sentem-se sós e carenciados de ajuda, que pode manifestar-se em depressões, transtornos psicossomáticos, problemas no relacionamento com os colegas e dificuldades na própria escola. Num estudo sobre 387 filhos de divorciados que careceram de assistência psiquiátrica, Kalter constatou um alto índice de agressividade em crianças dos 7 aos 11 anos.
Manifestam ainda, frequentemente, a ideia de fugir de casa com o fim de experimentar como seria a vida com outro pai e, possivelmente, com a esperança de voltar a unir a família.
O processo de desenvolvimento do adolescente para adquirir uma personalidade própria é também afectado pelo divórcio dos seus pais. Uma reacção frequente, defensiva, em filhos de 10-11 anos é a de aparentarem uma maturidade superior à que na realidade têm. O adolescente pseudo-maturo adopta uma atitude reservada e distante, com o controlo excessivo de si mesmo. A sua intenção é ocultar sentimentos de vergonha, neutralizar a ansiedade e sondar os limites da nova situação familiar, podendo ainda levá-lo a experimentar as drogas e o álcool. Outros estudos revelam entre os adolescentes uma certa precocidade no comportamento sexual, como meio de encontrarem uma companhia.
As consequências sobre a sociedade são incalculáveis, incluindo maior índice de violência social.
Para as mulheres,
-Diminuição do nível econômico.
-Diminui a saúde, as expectativas de vida e a sensação ou percepção de felicidade na vida pessoal. -Aumenta o risco de suicídio em quase três vezes (bem pouco abaixo das mulheres solteiras), fumam e bebem mais e têm mais condutas de risco. Em geral pioram sua saúde depois do divórcio.
-Aumenta a possibilidade de sofrer transtornos mentais: ABS, 1997 (Austrália): 17% para mulheres casadas, 27% para mulheres divorciadas/separadas e 21% para mulheres solteiras (16).

Homens:
-Comparando homens divorciados:
O divórcio duplica o risco de suicídio, aumenta seis vezes a freqüência de problemas psiquiátricos, aumenta o risco de alcoolismo, uso de substancias químicas e de morte por câncer ou enfermidades cardiovasculares (11).
-Sofrem mais as consequências psicológicas e físicas do divorcio do que as mulheres.

C. Toda esta destruição é pela falta da presença de Deus no lar, porque nem todos os que se dizem cristão, de fato são. Porque cristão verdadeiro sabe que o maior legado a ser deixado aos seus filhos é caminho de Deus (Jesus) o qual ele deve ser o exemplo. Sl. 127, “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria e o conhecimento do Santo é prudência” (Provérbios 9:10).
Convide o Senhor para entrar em sua casa, casamento, filhos para que sua casa seja posta em ordem novamente.

Deus abençoe sua vida!

Pastor Luciano Silveira

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